Cultura

Fã de churrasco, Otávio Mesquita investe no mercado da carne

"Enxerguei no ramo de carnes um bom potencial de negócio", afirma o apresentador do SBT

por Cintia Oliveira

Até pouco tempo atrás, ser convidado para um churrasco na casa do apresentador Otávio Mesquita, do programa de tevê Okay Pessoal (exibido pelo SBT), era garantia de diversão, mas nem sempre sinônimo de carnes no ponto. Afinal, seus filhos John e Luiz Otávio ficavam batendo papo e se esqueciam de pilotar a churrasqueira – puxaram o pai, que não é muito habilidoso na cozinha.

Mas entre uma carne solada aqui e acolá, o ato de reunir as pessoas em torno da grelha despertou a atenção do apresentador para um nicho de mercado: o de carnes premium. Recentemente, Mesquita entrou para a sociedade da butique de carnes Feed, de São Paulo, e agora se dedica a aprender mais sobre o universo da carne – ao menos na teoria. Na entrevista a seguir, Mesquita fala sobre os seus gostos à mesa.

O que o levou a investir no mercado de carnes?
Apesar de meu churrasco não ser dos melhores, sempre gostei de carne e, quando conheci o Pedro Merola, da Feed, enxerguei
no ramo um bom potencial de negócio. E me apaixonei pelo assunto.

Tem alguma carne preferida?
Ainda estou conhecendo esse universo da carne, mas adoro qualquer corte da raça Angus e também de carne dry-aged, técnica que a deixa mais macia e traz um sabor a mais.

Já que cozinhar não é o seu ponto forte, quais são os seus restaurantes favoritos em São Paulo?
Para ir com a minha esposa (a publicitária Melissa Wilman), adoro o Ristorantino. Também gosto muito do Brown Sugar e do Tre Bicchieri. Já quando vou almoçar com um cliente, gosto de ir ao A bela Sintra. Também sou muito fã de cozinha japonesa e adoro o Nakka.

Agora que está mais inteirado no universo do churrasco, acha que seria um bom jurado do programa Bbq Brasil?
Participaria com o maior prazer como convidado, mas não estou preparado para isso. Deixo essa missão para o Carlos Bertolazzi e para o Rogerio de Betti, que entendem do assunto.

* Entrevista publicada na edição 209